Como pessoas com diferentes estilos de resolução de conflitos podem trabalhar juntas

Quando o assunto é conflito, a maioria de nós segue uma destas duas abordagens: ou o evitamos ou o procuramos. Os que o evitam fogem de discordâncias, valorizam harmonia e relacionamentos positivos e, com frequência, tentam acalmar as pessoas ou até mesmo mudar o assunto problemático. Não desejam ferir os sentimentos de ninguém nem interromper a dinâmica da equipe. Os que procuram conflitos, parecem ávidos por se envolver em discórdias. Tendem a valorizar a franqueza e a honestidade, perdem a paciência quando outros não estão sendo igualmente diretos e não se importam em provocar.
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As raízes dos problemas de atitude

Quando percebemos que os resultados estão sendo impactados por problemas comportamentais, a tendência natural é que o papel do colaborador esteja carente de sentido e de significado. Ou seja, ele não se sente importante no processo. Entre as causas mais comuns para esse padrão, estão a falta de valorização vinda da liderança e/ou da própria empresa que ocorre quando líderes não oferecem espaço para a participação, não criam objetivos claros e apresentam resultados individuais/grupais, ou quando a cultura organizacional é exploratória, exigindo demais e reconhecendo de menos. Ainda temos problemas vindos da má organização e das falhas na comunicação organizacional. É claro que também existe uma incidência de problemas comportamentais em que os próprios colaboradores são a causa. Por questões pessoais, psicológicas, existenciais ou pelo ”desencanto” com a profissão exercida.

A importância da visão externa nos problemas de atitude

Para problemas de atitude, é indicado o treinamento comportamental feito por alguém externo, pois precisa-se levantar e discutir pontos críticos vivenciados pelos participantes. Entre eles, dificuldades do dia-a-dia específicas da função, problemas éticos da chefia e problemas relacionados às políticas e à cultura da organização, e que muitas vezes, são trazidos como causas pelos próprios participantes.

O Facilitador externo não está emocionalmente ligado à esses problemas, e consegue com imparcialidade, ter uma visão racional e técnica sobre o conteúdo ”reclamado”. Já os instrutores internos da companhia, podem gerar uma identificação com estes mesmos problemas, principalmente os culturais, e como sempre, ficar ”rendido” ou sem uma saída técnica, para devolver os questionamentos de forma imparcial.

Teste: Você tem visão estratégica na solução de problemas? E para inovar?

AUTO-DIAGNÓSTICO

Este auto-diagnóstico serve para que você se auto-avaliar na visão estratégica, na resolução de problemas e na criação de inovação. Seja sincero, o resultado é apenas para o seu conhecimento.
CONCORDE ou DISCORDE das afirmativas abaixo

1. Eu sempre consigo segurar minha ansiedade antes de dar soluções para os problemas que enfrento.
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

2. Antes de solucionar um problema junto à minha equipe, chego a um diagnóstico partindo do objetivo a ser atingido.
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

3. Quando algo me incomoda, não atuo sobre os incômodos sem antes definir meus objetivos claramente.
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

4. Ouço minha equipe e chego a um diagnóstico junto com ela antes de solucionar um problema.
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

5. Nunca atuo utilizando o método de tentativa e erro na solução de problemas.
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

6. Não fico só pensando nos problemas e no que me incomoda. Assumo a responsabilidade em busca da solução.
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

7. Utilizo uma técnica para resolver problemas no meu dia a dia.
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

8. Após listar os sintomas de um problema, crio uma lista de causa e efeito.
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

9. Nunca resolvo os problemas na correria do dia a dia.
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

10. Sempre penso na situação futura desejada quando resolvo problemas
( ) CONCORDO
( ) DISCORDO

Análise
Se você marcou a maioria das respostas como DISCORDO provavelmente está atuando de forma sintomática, focando sua energia nos sintomas e deixando de lado os objetivos a serem atingidos no momento de resolver problemas. Caso contrário, você está atuando de forma mais estratégica.

Você soluciona problemas de forma sintomática ou estratégica?

Atuando sobre sintomas

Um sintoma na maior parte das vezes é um aviso de que algo não está bem. É como uma febre, ou uma dor que indica que nosso corpo precisa de atenção. Mas resolver problemas ou criar inovação com base em sintomas, nunca foi a melhor forma de chegar a resultados eficazes, apesar de ser um padrão comum nas empresas brasileiras, gerando retrabalho e perdas de produtividade.
No dia a dia profissional, eliminar sintomas (incômodos) de algo, muitas vezes pode até mascarar um problema mais grave, além de gerar a impressão do problema estar resolvido. É uma perda de energia baseada em algo que não é o diagnóstico da situação.

Como exemplos de sintomas temos pessoas desmotivadas, baixa qualidade nas vendas, falta de cooperação e aumento do absenteísmo. Todos eles devem ser tratados de forma mais profunda, buscando um diagnóstico de sua presença.

Seja estratégico
Para garantir melhores resultados, gestores de pessoas necessitam de uma atuação mais estratégica na resolução de problemas ou nos momentos de inovar.

Essa atuação envolve claramente competências técnicas, como a aplicação de métodos e planejamento, mas também necessita de comportamentos equilibrados, como o autoMcontrole e o domínio da ansiedade, já que somos normalmente “mãos%na%massa” querendo tirar da frente o que nos impede de alcançar nossos objetivos o mais rápido possível.

O problema ao lado é uma forma simples
de pensar sobre como ser mais estratégico
e ganhar produtividade e eficiência.

Para chegarmos ao queijo (objetivo) podemos
testar as opções até descobrirmos qual é o
principal gato (sintoma) a ser eliminado.

Será que existe uma forma mais eficiente de
resolver o problema? REFLITA…

Ter clareza do objetivo é o primeiro passo para garantir uma atuação mais estratégica e menos sintomática. Com objetivos claros e alinhados com os envolvidos, fica fácil chegar a um diagnóstico (o que fazer) da situação e à soluções mais inovadoras e direcionadas às nossas metas.

Além disso, a atuação sintomática nos coloca em uma posição de vítima da situação, acompanhada de reclamações e visões negativas, enquanto a estratégica, que parte do objetivo para obtermos um diagnóstico preciso, nos projeta para soluções inovadoras com mais velocidade e eficiência.

Faça o seu AUTO DIAGNÓSTICO AQUI: http://bit.ly/teste-estrategico

Você é um líder estrategista?

Você sabe que se continuar a ser um líder “mão-na-massa” vai continuar a ser visto como um profissional operacional não é mesmo? Sabe também que isso pode atrapalhar seu crescimento e futuras promoções.

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Redes sociais, notícias, reuniões, relatórios. Você já deve ter sentido isso: tantas informações ao redor que falta tempo para olhar tudo e fica difícil se concentrar em apenas uma coisa por vez. Em geral, o profissional deixa de fazer o que precisa com a qualidade que deseja.
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O ano de 2016 está terminando e com ele as lembranças de uma crise que afetou praticamente todos os setores da economia. Por conta disso, as empresas foram pressionadas a desacelerar e reduzir os investimentos.
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Deixamos em negrito os pontos principais do texto!

Entenda por que é tão difícil comprometer as pessoas com o trabalho

Menos da metade dos funcionários diz contar com a tecnologia adequada para realizar o seu trabalho. A constatação está no Estudo sobre Engajamento Global divulgado nesta sexta-feira (28), pela Oracle, e realizado pela empresa de pesquisa de mercado global Kantar TNS. O trabalho consultou 5 mil funcionários em período integral, de organizações com 250 ou mais empregados. Em síntese, conclui que equipar os funcionários com a mais recente tecnologia, ter líderes acessíveis e fortalecer os valores da empresa são fatores importantes para o desempenho dos profissionais.

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